Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alenquer

Todos os anos se fala daquilo que é gasto pelas câmaras municipais em iluminações de Natal, se nalgumas são apresentados valores muito elevados noutras nem tanto, as opiniões dividem-se, uns dizem que gostam e que vale o esforço financeiro, outros referem que poderiam ser gastos noutras necessidades, não discordo poderiam ser canalizados para outras necessidades, mas vendo bem a coisa, considero isto nos tempos que correm como serviço público na área da saúde mental.


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Pelo sonho é que vamos,


Comovidos e mudos.


Chegamos? Não chegamos?


Haja ou não frutos,


Pelo Sonho é que vamos.


 


Basta a fé no que temos.


Basta a esperança naquilo


Que talvez não teremos.


Basta que a alma demos,


Com a mesma alegria, ao que é do dia-a-dia.


 


Chegamos? Não chegamos?


- Partimos. Vamos. Somos.


 


Poema de Sebastião da Gama


 

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