Depois da trovoada fica o silêncio, uma paz que obedece ao céu, como se o infinito tivesse ralhado connosco; e nós envergonhados escondemos os nossos sons, num silêncio que gera magia trazendo-nos então de volta à realidade.
Alice Alfazema
Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.
Depois da trovoada fica o silêncio, uma paz que obedece ao céu, como se o infinito tivesse ralhado connosco; e nós envergonhados escondemos os nossos sons, num silêncio que gera magia trazendo-nos então de volta à realidade.
Alice Alfazema