Chorar com um filme é muito diferente de chorar com um livro. Com um chora-se pela vida vivida ou a presente, com o outro, por aquilo que não se chorou ou não se pode chorar numa vida inteira. Nunca me esqueci das cenas dos livros que me fizeram chorar. E raramente me lembro em que filmes chorei, não por ser mais frequente, porque o choro no cinema resolve-se naquela sala convenientemente escura. Já o dos livros...
Do blogue, A Porta Estreita, de Aldina Duarte.
Uma pergunta até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade.
Alice Alfazema