Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Acampadas em Portugal

Já o disse aqui, que esta movimentação em torno do direito à habitação e a uma vida digna, me deixa feliz.

Feliz no sentido de ver a juventude a movimentar-se e a trazer para a rua as suas frustações, a posicionar-se no sentido de tomar as rédeas do futuro, porque é deles o futuro, e dai sei que há gente que não sabia que existia em si a força de querer transformar. 

É disto que precisamos, de novos políticos, de novos líderes, de gente que tenha mais ideias em direção a um mundo mais digno e justo.

E não me venham cá com tretas de antes fazia-se sacrifício a agora não, antes também vivemos no paleolítico e agora não.

Tenho em mim que desta gente que se manifesta, uma minoria que luta pelo direito de muitos, há-de nascer fruto.

Estou farta de gente papagaia, merdosos e mentirosos, que por estarem em posições privilegiadas, com acesso a informação também ela privilegiada, se podem dar ao luxo de mentir, e prevaricar, sem serem postos no lugar.

O meu obrigada a todos aqueles que querem um futuro melhor, e  que mesmo contra a corrente se mantém ao leme.

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