Ilustração Cátia Vidinhas
A nossa casa é como se fosse a palma da nossa mão, só a estendemos a quem queremos e gostamos, e mesmo que esteja suja ou desarrumada é infinitamente nossa.
Quando a base é boa e a palma daquela mão se vira para cima é concha que nos atrai, qual pequeno tesouro encontrado num pedaço de areia banhada por água salgada.
Que tesouros são estes?, sem qualquer valor monetário, mas que enchem o nosso âmago de energia e vontade de viver os dias com sentimento de coração cheio.
Perguntaram-me, fazendo comparação entre duas pessoas, o que eu pensava de uma, pensei, mas não havia muito por onde comparar, também por desconhecimento, então respondi, não vejo isso assim por comparação, o que eu vejo é a felicidade da outra pessoa que está com ela, e se ele está feliz ou não é daí que retiro a minha conclusão.