
O vaso dependurado na parede branca deixava antever o rosmaninho que se erguia à primavera, nele havia sido depositado o cuidado e o carinho, como pão para a boca.
Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O vaso dependurado na parede branca deixava antever o rosmaninho que se erguia à primavera, nele havia sido depositado o cuidado e o carinho, como pão para a boca.