
O viajante recebe da cobra
um amuleto.
Aprende o riso dos mortos,
das pedras ouve a música.
Roubado em seu segredo
o viajante desaparece.
A cobra muda de veste,
o homem perde o corpo.
Poema de Edimilson de Almeida Pereira
Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O viajante recebe da cobra
um amuleto.
Aprende o riso dos mortos,
das pedras ouve a música.
Roubado em seu segredo
o viajante desaparece.
A cobra muda de veste,
o homem perde o corpo.
Poema de Edimilson de Almeida Pereira