Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

quando já nada temos a perder

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Começamos a viver verdadeiramente quando já nada temos a perder,  podemos levar uma vida até compreendermos isso, mas quando desaparece o temor e nos despojamos de todas as peles que fomos adquirindo ao longo do tempo despimos  para sempre os rótulos impostos para nos propomos à viagem, é aí que estamos prontos para viver em plena liberdade o tempo que nos resta. 

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