Gostava tanto de mexer na vida,
De ser quem sou - mas de poder tocar-lhe...
E não há forma: cada vez perdida
Mas a destreza de saber pegar-lhe.
Mário de Sá-Carneiro
Alice Alfazema
Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.
Gostava tanto de mexer na vida,
De ser quem sou - mas de poder tocar-lhe...
E não há forma: cada vez perdida
Mas a destreza de saber pegar-lhe.
Mário de Sá-Carneiro
Alice Alfazema