Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Escopo a escopo

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Ilustração Amanda Oleander


 


Todos somos escultores do nosso próprio corpo, não só dele, mas de tudo aquilo que representamos. É interessante pensarmos que esta mesma estátua está em constante mudança, que pequenas nuances afrontam-nos, dando marcas desnecessárias à matéria, que quando é nova aguenta-se, também depende das intempéries envolvidas, escopo a escopo vamos avançando àquilo que julgamos a melhor versão, mas a arte é mesmo assim, uns gostam outros não. 


 



 

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