Como uma velha música pode nos transportar para o tempo em que pensávamos que havia limites para tudo. Limites sociais, de género, profissionais, físicos, emocionais, de dor, de felicidade. Nesta minha vida, vivi tantas vidas. E em cada uma delas aprendi que não faz sentido separá-las, é no seu conjunto que encontro agora esta minha vida. E esta é agora a minha vida, a que não quero desperdiçar com dias em que não aprenda algo de novo. Nem quero que a idade seja um impedimento ou sirva de desculpa para que me acomode. Porque cada dia é um dia novo e pronto a ser preenchido. E como dia novo, só posso vivê-lo uma única vez. Então a vida é nova a cada dia. E não hei-de ser velha, porque o dia é novo. E aprender é novo sempre que se faça. Esta é a minha vida nova.