O que mais me inquieta
já não tem palavras
Mas ainda resta
saber de que margem
ouvimos os remos
não vemos a água!
Mourão-Ferreira
Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.
O que mais me inquieta
já não tem palavras
Mas ainda resta
saber de que margem
ouvimos os remos
não vemos a água!
Mourão-Ferreira