Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O melhor de 2018

Chegou a hora de fazer uma reflexão sobre o que de melhor aconteceu este ano. Este ano foi péssimo, perdi muito tempo, demasiado, do meu tempo, a ouvir os outros, fiquei desgastada. No fim não compensou. Foi uma batalha perdida. Foi uma desilusão. Senti-me usada.  Conclusão: não vai acontecer em 2019.


 


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Foi um ano de não fazer nada. Foi um ano desperdiçado em acções e atitudes. 


 


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Foi um ano bom em família. 


 


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Foi uma viagem onde não fui feliz. Mas a felicidade é isso, é reconher o que de mau podemos ter de viver.


 


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O mar é sempre o meu refúgio, a minha bomba energética, onde me regenero, onde espero e  me encontro. 


 


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Foi um ano de pedras, coisas miúdas e chatas, joguei sementes e não consegui que vingassem. 


 


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Fiquei doente de mim mesma.


 


 


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Eu não sou assim, quero conhecer outras gentes, que me animem. 


 


 


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Quero estar num lugar onde eu possa voltar a mim.


 


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O melhor de 2018? É estar a acabar. 

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