Quando a última árvore cair, quando o último rio secar, quando o último peixe for pescado, vamos entender que dinheiro não se come.

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.
Quando a última árvore cair, quando o último rio secar, quando o último peixe for pescado, vamos entender que dinheiro não se come.
