
Amo os pianos que tocam sozinhos
entre o mofo das paredes
e o silêncio da casa vazia.
Amo os lobos que uivam sozinhos
e a noite que os acolhe
na solidão das ravinas.
Amo as criaturas que falam sozinhas
diante da erudição dos parvos
e sua inepta afasia.
Poema de Alexandre Marino, ler mais aqui.