Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O ano de 2022

 


mundo paz.jpg  


Ilustração Maria Inês Cristovám C.L. Lourenço, de 13 anos, do Agrupamento de Escolas D. Maria II


Este ano é-me difícil definir o bom de 2022, é claro que houve coisas boas, mas tenho a sensação que as más superaram as boas. Parece-me que há um estado de loucura crescente entre as pessoas, entre aquilo que pensam, dizem e fazem, não gostei deste ano, foi um ano cruel, foi um ano sangrento, de muito sofrimento, um ano muito frágil onde a mentira muitas vezes se sobrepôs  à realidade.


 

0